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sábado, 11 de fevereiro de 2012

Rosenberg faz paralelo de eleição corintiana à presidencial: 'Gobbi é a nossa Dilma'

Vice-presidente de marketing do Corinthians, Luís Paulo Rosenberg reconheceu na manhã deste sábado as semelhanças da disputa pelo comando do clube com a presidencial ocorrida em 2010 e não teve dúvidas em fazer um paralelo da atual chefe de estado brasileiro com o candidato da situação, o qual apoia. Para ele, Mário Gobbi está no papel de Dilma Rousseff.

"O Mário Gobbi é a nossa Dilma Rousseff. Ele faz parte do nosso projeto de descentralizar o poder e fazer uma administração mais democrática, popular no Corinthians", afirmou Rosenberg, já no clima de boca de urna que cerca o processo de votação, que começou às 9 horas e vai até às 17 horas. Dos 11 mil sócios, apenas três mil devem votar.

As comparações da situação do pleito alvinegro com o para a escolha do novo presidente da República começaram via imprensa, que fez um paralelo com o fato de o delegado Mario Gobbi, de 50 anos e que não gosta muito dos holofotes, aproveitar-se da popularidade de Andrés Sanches, que comandava a agremiação até dezembro. Dilma também surfou na onda de Lula em 2010 e acabou ganhando a disputa com José Serra. 

Candidato da oposição, o empresário Paulo Garcia, de 57 anos, também tem traços de José Serra. Não conta com o apoio da massa, aposta no ataque ao candidato da situação, principalmente batendo na ideia de que a atual gestão abandonou a base. Já no local da votação, disse até que pretende retomar um plano que, segundo ele, havia no projeto original de fazer uma cobertura retrátil do estádio do Corinthians que está sendo construído em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

O clima é de uma eleição mesmo, com direito a muita boca de urna, santinhos, gritos de apoio dos simpatizantes de ambos os lados. Ex-presidentes do clube, Marlene Matheus e  Alberto Dualib, que apoiam Garcia, também estão no local.

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