A exibição ruim do Cruzeiro na estreia do Campeonato Mineiro motivou a
torcida celeste a pedir a saída do técnico Vágner Mancini. Durante a
partida contra o Guarani, gritos de Vanderlei Luxemburgo, demitido do
Flamengo, foram ouvidos nas arquibancadas da Arena do Jacaré.
Questionado
sobre o futuro no comando da equipe, Vágner Mancini afirmou que não se
considera ameaçado, e deixou a situação a cargo da diretoria do clube.
Segundo ele, o trabalho continua normalmente, mas o treinador argumentou
que a pergunta sobre sua permanência no comando da equipe deveria ser
feita para a cúpula celeste.
"Sou funcionário do Cruzeiro. Existe
uma diretoria que sabe muito bem o que vai fazer. Eu sou o técnico do
Cruzeiro, me alimento diariamente dessa motivação para ir lá e fazer o
melhor. Mas, todo mundo é funcionário na sua empresa. Eu não posso
responder uma pergunta dessas. Essa pergunta deveria ser feita à
diretoria. Na minha maneira de ver, não estou ameaçado", declarou.
Apesar
de se sentir prestigiado no cargo, o presidente do Cruzeiro, Gilvan de
Pinho Tavares, terá uma reunião com o treinador nesta terça-feira, para
tentar entender o que vem acontecendo com o time, que não vem rendendo o
esperado dentro de campo.
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