“Recebemos a notícia com contentamento. Em nosso pré-orçamento estimávamos um gasto de R$ 100 mil com viagens e hospedagens só na primeira fase. A Série D é uma competição cara, principalmente pela distância, como a gente não tem a receita da TV, torna uma competição deficitária”, disse o dirigente do time de amarelo.
“Esse apoio da CBF passa a ser uma receita que devemos investir no futebol”, afirmou o dirigente.
No entanto, ela não é tão significativa para manutenção do atual elenco. Ermenegildo tenta convencer os atletas que defenderam o Mirassol no Paulistão a continuarem no clube para a Série D.
“Os R$ 100 mil não serão suficientes para cobrir diferenças de propostas salariais recebidas pelo atual elenco”, afirmou Ermenegildo.
Quase vazio
A CBF tomou essa medida para evitar o esvaziamento da Série D. Depois de uma série de times anunciarem que abriam mão da vaga na competição, a entidade mudou de postura e resolveu bancar todas os gastos dos clubes com viagem.
“Muitos clubes não disputavam, pois não tinham condições financeiras”, disse o dirigente do Mirassol.
"A CBF vai pagar todas as despesas relativas a uma delegação de 25 pessoas, com passagens, hotel e alimentação, transporte do aeroporto aos hotel e ônibus especiais quando a distância entre as cidades for inferior a 700 quilômetros”, disse Marin, presidente da CBF.
Três times representam o futebol paulista na competição. Além do Leão da Araraquarense, estão o Mogi Mirim e o Marília, rebaixado na última temporada. A competição tem inicio no próximo dia 27 de maio e contará com 40 clubes, divididos em oito grupo de cinco.
Os dois primeiros colocados de cada grupo prosseguem na competição. Na temporada passada, bateu na trave, onde o Mirassol perdeu a vaga para o Oeste, na cobrança de pênaltis, depois de vencer no tempo normal por 3 a 1. A estreia dos comandados do técnico Ivan Baitello, vai ser no dia 3 de junho, em Arapongas, contra o time da casa, no Estádio Dos Pássaros, às 16 horas.
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